Imersão IA PhD ensina empresas a criar 'Funcionários Agênticos' em um único dia
Programa presencial conduzido pelo Prof. Bruno Bessa, Ph.D, aplica a Metodologia IA PhD em cinco etapas e tem turmas confirmadas em Arapiraca e Maceió.

Uma imersão presencial de um dia inteiro promete ensinar empresários e gestores brasileiros a transformar seus negócios em 'Organizações Agênticas', estruturas em que colaboradores humanos e agentes de inteligência artificial trabalham lado a lado para executar atividades, resolver problemas e alcançar metas operacionais. A proposta é da IA PhD, iniciativa de educação executiva focada em aplicação prática de IA nas empresas.
O programa é conduzido pelo Prof. Bruno Bessa, Ph.D, especialista em inteligência artificial, transformação digital e desenvolvimento organizacional, com mais de 15 anos de atuação em tecnologia e projetos de impacto social, educacional e corporativo. Bessa é o idealizador da Metodologia IA PhD, que organiza a adoção de IA nas empresas em cinco etapas: Modelar, Configurar, Projetar, Experimentar e Orquestrar.

Segundo a organização, a imersão tem como diferencial entregar resultados concretos ao fim do dia, sem exigir que os participantes saibam programar ou tenham formação em tecnologia. A promessa é que cada empresa saia do evento com pelo menos um 'Funcionário Agêntico' validado, operando em ambiente real e gerando resultados — e com um Painel de Comando Agêntico configurado para coordenar futuros agentes.
O roteiro do dia começa às 8h com a etapa de Modelagem, em que os participantes mapeiam os processos da empresa e identificam gargalos onde agentes de IA podem atuar. Em seguida vem a Configuração da infraestrutura tecnológica e dos canais de comunicação, o Projeto da identidade e das responsabilidades de cada agente, e a Experimentação prática com o agente em operação. A etapa final, de Orquestração, acontece online no dia 29 de julho, das 20h às 22h.
A metodologia foca em quatro dimensões de impacto para o negócio: tempo, com a redução de horas gastas em tarefas operacionais; custo, pela diminuição de retrabalho e atividades manuais repetitivas; quantidade, com aumento da capacidade de execução simultânea; e qualidade, por meio da padronização de processos e da redução de erros. O objetivo declarado é melhorar indicadores operacionais e de desempenho de forma mensurável.
O público-alvo inclui donos e gestores que querem escalar a operação, times de atendimento e back-office, profissionais de marketing e vendas que buscam automação inteligente e quem já testou ferramentas como o ChatGPT, mas ainda não conseguiu estruturar agentes de IA dentro do negócio. A organização reforça que não é necessário background em TI para participar.
Duas turmas presenciais estão confirmadas no calendário. A primeira acontece em Arapiraca (AL), no dia 27 de junho, das 8h às 17h, no HUB FDS Arapiraca, na Rua Olavo Bilac, nº 210, Centro. A segunda será em Maceió (AL), no dia 25 de julho, também das 8h às 17h. As inscrições são feitas pelo site oficial da imersão, com pagamento processado via Hotmart.
Para Bessa, o movimento de criar Organizações Agênticas representa uma mudança estrutural na forma como as empresas se relacionam com a tecnologia. 'O futuro não pertence às empresas que usam IA. Pertence às empresas que aprendem a trabalhar junto com ela', resume o pesquisador, que defende a combinação entre supervisão humana e execução autônoma por agentes como caminho para ganhos consistentes de produtividade.