Imersão IA PhD lota UNIMA Afya em Maceió e empresas saem com seus próprios Funcionários Agênticos

A Imersão IA PhD Maceió aconteceu em 25 de julho, das 8h às 17h, na UNIMA Afya, com condução do Prof. Dr. Bruno Bessa. Ao fim do dia, cada empresa presente deixou o auditório com pelo menos um Funcionário Agêntico configurado e funcionando.

Por Redação Manchete Brasilhá 8 dias2 min de leitura
Imersão IA PhD lota UNIMA Afya em Maceió e empresas saem com seus próprios Funcionários Agênticos

Maceió entrou de vez no mapa da IA Agêntica. A Imersão IA PhD foi realizada neste sábado, 25 de julho, das 8h às 17h, na UNIMA Afya, e reuniu empresários, gestores e equipes inteiras em um dia inteiro de trabalho prático sobre 'Funcionários Agênticos' — agentes de inteligência artificial que executam tarefas com autonomia dentro da operação das empresas. As vagas, limitadas desde o anúncio, se esgotaram, e o auditório ficou tomado por notebooks abertos do início ao fim.

A condução foi do Prof. Dr. Bruno Bessa, fundador da IA PhD e criador da metodologia, que acompanhou mesa por mesa durante toda a jornada. Diferente de um evento expositivo, a imersão foi estruturada para gerar entrega no mesmo dia: nenhum participante saiu apenas com anotações. Cada empresa presente encerrou o encontro com pelo menos um Funcionário Agêntico configurado, testado e rodando em ambiente real.

A programação seguiu os cinco blocos previstos. Pela manhã, a turma entendeu a nova lógica de trabalho com agentes, modelou o primeiro Funcionário Agêntico e configurou o Cockpit — o ambiente de trabalho em que o agente é operado. À tarde, o foco foi identidade, memória, habilidades e ferramentas de cada agente, encerrando com o treinamento e a integração ao Telegram, deixando o agente pronto para ser acionado no dia a dia da empresa.

Prof. Dr. Bruno Bessa conversa com participantes durante a imersão na UNIMA Afya, em Maceió.
Prof. Dr. Bruno Bessa conversa com participantes durante a imersão na UNIMA Afya, em Maceió.Foto: divulgação / IA PhD

O ponto alto veio no fim da tarde, quando os participantes começaram a acionar seus agentes já em produção: atendimento respondendo mensagens, back-office organizando informações, rotinas de marketing e vendas sendo disparadas por comando em linguagem natural. Empresas que chegaram pela manhã sem nenhuma automação estruturada saíram com um colaborador digital ativo — e com o método para criar os próximos.

Ao longo do dia, o clima foi de troca constante entre os presentes. Entre uma etapa e outra, gestores discutiam com Bessa como adaptar os agentes às suas rotinas específicas, quais processos priorizar e como envolver o restante da equipe na transição. A diversidade de setores representados — saúde, varejo, serviços, turismo, consultoria e tecnologia — mostrou que a demanda por automação inteligente já não se restringe às empresas nativas digitais.

Doutor em Ciências da Computação pela UFPE e Mestre em Engenharia de Software, Bruno Bessa acumula mais de 15 anos em tecnologia e transformação digital e atua na convergência entre agentes de IA, comportamento humano e sistemas inteligentes. A metodologia IA PhD organiza a jornada em quatro fases — Educação, Experimentação, Expertise e Escala — e a imersão de Maceió cumpriu o papel de primeiro passo dessa trilha para a turma alagoana.

Auditório lotado: empresários e equipes construindo seus Funcionários Agênticos ao vivo, em 25 de julho.
Auditório lotado: empresários e equipes construindo seus Funcionários Agênticos ao vivo, em 25 de julho.Foto: divulgação / IA PhD

Com a edição da capital, a IA PhD dá sequência ao movimento iniciado em Arapiraca, ampliando a agenda de inteligência artificial aplicada no Nordeste. 'O futuro não pertence às empresas que usam IA. Pertence às empresas que aprendem a trabalhar junto com ela', repetiu Bessa ao encerrar o dia — desta vez, diante de uma plateia que já saía do auditório com seus próprios funcionários agênticos ligados.

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